Instalando CentOS no VirtualBox

Olá pessoal!

No post anterior sobre instalação de Linux em VM, ensinei a instalar o Debian no VirtualBox. Dessa vez, guiarei vocês na instalação do CentOS em uma VM.

O que você aprenderá nesse tutorial:

  • Criar uma VM no VirtualBox;
  • Instalar a distro CentOS na VM criada;
  • Particionar o disco rígido, montando cada diretório na devida partição;
  • Configurar a instalação do CentOS na VM;

Preparando as ferramentas

Baixe a versão mais atualizada do Oracle VirtualBox em:

https://www.virtualbox.org/wiki/Downloads

Baixe a versão mais atualizada da distro CentOS em:

http://www.centos.org/download/

Pergunta: No site tem o DVD ISO e o Everything ISO. Qual deles devo baixar e instalar?

A diferença entre esses dois downloads é o tamanho e os pacotes instalados. No DVD ISO, o tamanho é menor, logo há menos pacotes inclusos nele. Já o Everything ISO, o tamanho é maior e, portanto, há mais pacotes inclusos nele. Fica a seu critério qual escolher, uma vez que é possivél operar o sistema nas duas versões.

Criando a VM no VirtualBox

Uma vez baixado e instalado o VirtualBox, agora é o momento de criar uma VM na qual posteriormente instalaremos o CentOS.

Execute o VirtualBox na sua máquina física.

Clique em ‘Novo’.

01

Clique em ‘Ocultar Descrição’. Dessa vez faremos alguns passos diferente, mas o resultado é o mesmo que o do Debian.

02

Escolha o ‘Nome’ da VM. No caso, escolhi CentOS. Versão Red Hat 64-bit; 1024 MB de RAM;  Criar um disco rígido virtual agora. Depois clique em ‘Criar’.

Pergunta: Por que 64-bit e não 32-bit? Segundo o site da RedHat (https://access.redhat.com/solutions/509373), apenas será distribuído versões 64-bit do RHEL 7. Eu mesmo tentei instalar a ISO do CentOS 7 (CentOS-7.0-1406-x86_64-Everything) na VM em 32-bit, mas a tela de instalação não iniciou. Quando mudei a VM para 64-bit, a instalação ocorreu normalmente.

03

Escolha o local onde o disco virtual da sua VM estará localizado na máquina física. Escolha o tamanho do disco rígido, aqui deixei como 20 GB que é um tamanho razoável. Para o ‘Tipo de arquivo de disco rígido’, os principais são VDI e VMDK. A diferença entre eles é que o VDI você só poderá utilizar em outra máquina física se ela possuir o VirtualBox instalado, enquanto que o VMDK serve tanto para o VirtualBox como outros softwares de virtualização como o VMWare. No caso, escolhi VMDK.

04

Pronto! Agora é necessário realizar mais alguns ajustes na VM, para isso, selecione a VM e clique em ‘Confgurações’.

05

Navegue até ‘Sistema’. Na aba ‘Placa-Mãe’, devemos configurar a ‘Ordem de Boot’, desmarque a opção ‘disquete’ e deixe no topo a opção ‘CD/DVD’ e logo em seguida a ‘Disco Rígido’, pois utilizaremos uma ISO para instalar o CentOS e bootar primeiro dela. Marque a opção de ‘Recursos Estendidos’ para ‘Habilitar o I/O APIC’, pois configuraremos o processador no passo seguinte.

06

Ainda em ‘Sistema’, navegue até a aba ‘Processador’. Dependendo da sua máquina física, estarão disponíveis mais quantidades de CPU. No caso, configurei para 2 núcleos. Se você configurar mais de 1 núcleo, o VirtualBox exigirá que você marque a opção ‘Habilitar o I/O APIC’ na aba ‘Placa-Mãe’.

07

Agora vá em ‘Rede’ e configure ‘Conectado a:’ para ‘Placa em modo Bridge’. Isso fará que com a VM fique na mesma rede que a sua máquia física. Configure desse modo também na VM Debian, dessa forma você terá 3 máquinas (Debian, CentOS e física) na mesma rede, podendo se comunicar e facilitar seus testes e estudos. Clique em ‘OK’.

08

Pronto! Agora podemos iniciar a instalação do CentOS na VM!

Instalando o CentOS na VM criada
Uma vez que a máquina foi criada, agora procederemos para a instalação da distro CentOS nela. Para isso, selecione a VM na lista da esquerda e clique em ‘Configurações’. Vá para a seção ‘Armazenamento’ > ‘Controladora IDE’ > ‘Vazio’ e clique no botão com o ícone de disco. No menu, escolha ‘Selecione um arquivo de CD/DVD virtual…’ e navegue nas pastas até encontar a ISO da distro Debian que você baixou. No caso, baixei o CentOS-7.0-1406-x86_64-Everything.

09

Agora selecione a VM do CentOS e clique em ‘Iniciar’. Na tela de instalação, há um menu, escolha ‘Install CentOS 7’.

10

A primeira tela da instalação pede o idioma do instalador, ou seja, durante todo o processo de instalação, o idioma escolhido será exibido. No meu caso, escolhi o Inglês. Clique em ‘Continue’.

11

A próxima tela, diferente das versões anteriores, leva o usuário a um Dashboard no qual pode-se configurar diversas opções.

Vamos configurar a Data e Hora (Date & Time). Clique em ‘Date & Time’.

12

Escolha, clicando na região próxima à sua cidade. No meu caso, é São Paulo. Clique em ‘Done’.

13

Agora configuraremos o teclado, clique em ‘Keyboard’ no dashboard. Clique no ícone de ‘+’ e um pop-up abrirá. Ao começar a digitar a palavra “portuguese”, o filtro será ativo. No meu caso, escolhi “Portuguese (Brazil)”. Clique em ‘Add’.

14

Selecione o idioma “Portuguese (Brazil)” na lista e depois clique na seta para cima, de forma que o modo de entrada padrão seja o idioma escolhido (ficará como primeiro da lista).

15

Caso queira conferir se o layout está correto, clique no ícone de teclado.

16

Uma vez configurado o teclado, clique em ‘Done’ e você retornará para o Dashboard. Quanto ao ‘Language Support’, deixei como English mesmo, mas você pode alterar se desejar.

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Quanto ao ‘Software Selection’ o default é ‘Mininum Install’, mas dependendo do objetivo de cada usuário, o template pode mudar. No meu caso, estou instalando o Linux para estudo e a maior parte do tempo utilizarei o modo console. Logo, escolhi ‘minimum install’ marcando a opção ‘Compatibility Libraries’ que adiciona compatibilidade para as bibliotecas desenvolvidas em versões anteriores ao CentOS 7. Clique em ‘Done’ após configurar.

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Se você possui rede ativa em sua máquina, a opção de ‘Network & Hostname’ lhe permite ativar/desativar e configurar características básicas da rede clicando em ‘Configure’. Você também pode alterar o hostname de sua máquina. Após realizadas as configurações, clique em ‘Done’.

19

Agora particionaremos o disco. Para isso, no Dashboard, escolha a opção ‘Installation Destination’. Na tela, escolha a opção ‘I will configure partitioning’ e clique em ‘Done’ para ser redirecionado a outra tela na qual efetivamente serão criadas as partições.

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Na tela de criação de partições, clique no botão ‘+’ e um pop-up abrirá. Nele há um combo-list com as partições, mas você também pode escrever manualmente. Após escolhida a partição e definido o seu tamanho, clique em ‘Add Mount Point’.

21

Lembrando a tabela de partição do post do Debian, criaremos conforme a seguinte tabela:

Tamanho da Partição

Tipo da Partição

Localização

Ponto de Montagem

300 MB

Primária Início /boot

3 GB

Primária Início

/

2 GB Primária Início

/home

4 GB

Lógica Início

/usr

3 GB

Lógica Início

/var

1 GB

Lógica Início

/tmp

3 GB

Lógica Início

/var/log

1 GB

Lógica Início

Usar como swap

Ao criar uma partição, no caso, /boot, o instalador configura o ‘Filesystem’ como ‘xfs’, mude para ‘ext4’. Outro ponto importante é alterar o ‘Device Type’ para ‘Standard Partition’ que é o mesmo que configurar o Tipo de Partição como Primária.

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Para as patições lógicas como o /usr, /var, /tmp, /var/log e swap, configure o ‘Device Type’ como ‘LVM’. Apenas lembrando que no caso do swap, o Filesystem deverá ser configurado como ‘swap’, enquanto para as demais partições, deverá ser ‘ext4’.

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Repita o processo para as demais partições e após configuradas todas, clique em ‘Done’. Um pop-up de confirmação aparecerá, confira as informações e se estiver certo de que tudo está corretamente configurado, clique em ‘Accept Changes’.

24

Após configurado a instalação, clique em ‘Begin Installation’.

25

Agora é necessário criar a senha para o root e um usuário guest. Vamos definir uma senha para o root. Clique em ‘Root Password’.

26

Entre com a senha de root nos dois campos e clique em ‘Done’.

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Você pode optar por criar um usuário ou não. Ao clicar em ‘User Creation’, você será levado a uma tela de criação de usuário. Pode-se torná-lo administrador e ao clicar em ‘Advanced’, você também pode configurar aspectos adicionais como, por exemplo, o UID do usuário, adicioná-lo a grupos e etc. Após configurado, clique em ‘Done’ e aguarde o final da instalação.

28

Instalação em progresso…

29

Processo de instalação finalizado! Clique em ‘Reboot’.

30

Pronto! O CentOS está operacional! Como realizamos a instalação básica, não há o GUI nem o GNOME Desktop, apenas o console. Ainda assim, é possível estudar, uma vez que ele está configurado com as bibliotecas necessárias. Enjoy! (OBS.: Deixei a versão do CentOS e do Kernel mostrando na figura para vocês verem que deu certo, mas como questão de segurança, é sempre bom remover/substituir esse banner).

31

Espero que tenha sido útil! Caso tenha alguma dúvida, comente abaixo ou envie um e-mail!

Obrigado! Até a próxima!

Instalando Linux Debian no Oracle VirtualBox

Olá a todos!

Neste tutorial explicarei como instalar a distro Debian como Máquina Virtual utilizando o Oracle VirtualBox.

O que você aprenderá nesse tutorial:

  • Criar uma VM no VirtualBox;
  • Instalar a distro Debian na VM criada;
  • Particionar o disco rígido, montando cada diretório na devida partição;
  • Configurar a instalação do Debian na VM;

Preparando as ferramentas

Baixe a versão mais atualizada do Oracle VirtualBox em: https://www.virtualbox.org/wiki/Downloads

Baixe a versão mais atualizada da distro Debian em: https://www.debian.org/distrib/

Pergunta: No site do Debian tem muitas opções! Qual eu baixo?! Socorro!

Resposta: Isso depende da sua conexão com a Internet e da preferência por instalar um sistema 32-bits ou 64-bits, lembrando que só se pode instalar um sistema operacional 64-bits se o host, ou seja, sua máquina física – seja ela Windows, MacOS ou Linux – for 64-bits.

Pergunta: Tá, já sei qual versão baixar (32 ou 64-bits), mas o site tem três DVDs! Como assim? Eu tenho que baixar todos?!

Resposta: Não, você não precisa baixar todos os três DVDs, apenas o DVD-1 é o suficiente, pois os DVDs 2 e 3 são apenas complementos de pacotes e podem conter muitos pacotes que você não vai utilizar. Baixe apenas o DVD-1.

Criando a VM no VirtualBox

Uma vez baixado e instalado o VirtualBox, agora é o momento de criar uma VM na qual posteriormente instalaremos o Debian.

Execute o VirtualBox na sua máquina física e clique em Novo.

01

Nomeie sua VM com o nome que deseja, apenas note que quando digitamos ‘Debian’, o VirtualBox já identifica para você o tipo e a versão do sistema. No meu caso, o tipo é ‘Linux’ e a versão é ‘Debian (32-bit)’.

02

Escolha a memória RAM que deseja para sua VM. Isso vai depender de quanta memória RAM sua máquina física possui. A quantidade de 512MB é o suficiente. No meu caso, aloquei 1024MB (1GB). Tente manter a quantidade de memória na faixa verde.

03

Escolha para criar um disco rígido virtual, este disco será utilizado pela sua VM e, portanto, pelo sistema que você instalará nele.

04

Agora temos diversos tipos de arquivos que podemos escolher. Os principais são VDI e VMDK. A diferença entre eles é que o VDI você só poderá utilizar em outra máquina física se ela possuir o VirtualBox instalado, enquanto que o VMDK serve tanto para o VirtualBox como outros softwares de virtualização como o VMWare. No caso, escolhi VMDK.

05Conforme descrito na janela, o modo dinamicamente alocado cresce conforme o uso, mas não pode ser reduzido depois que o espaço for liberado; o modo fixo, aloca uma quantidade fixa que não pode ser expandida, caso necessário. No caso, escolhi o modo dinamicamente alocado.

06

Escolha o tamanho do disco rígido. Esse valor dependerá do tamanho do disco rígido de sua máquina física, bem como o espaço livre disponível nele. No caso, aloquei 20GB que é um tamanho razoável para o Debian se você está utilizando ele para estudar Linux.

07

Pronto! Você criou uma VM no VirtualBox que está pronta para receber a distro Debian.

08

Instalando o Debian na VM criada

Uma vez que a máquina foi criada, agora procederemos para a instalação da distro Debian nela. Para isso, selecione a VM na lista da esquerda e clique em ‘Configurações’.

09

Vá para a seção ‘Armazenamento’ > ‘Controladora IDE’ > ‘Vazio’ e clique no botão com o ícone de disco. No menu, escolha ‘Selecione um arquivo de CD/DVD virtual…’ e navegue nas pastas até encontar a ISO da distro Debian que você baixou. No caso, baixei o debian-7.8.0-i386-DVD-1.

10

Agora selecione a VM do Debian e clique em ‘Iniciar‘. Na tela de instalação, há um menu, escolha ‘Graphical Install’ e aperte ENTER.

11

Na tela seguinte, escolha o idioma de instalação. Fique atento nesta tela, pois uma vez escolhida, o idioma do sistema também corresponderá ao idioma escolhido. No caso, escolhi ‘English’. Clique em ‘Continue’.

12

Como o Debian se baseia no idioma que você escolheu, na tela seguinte ele pedirá o fuso-horário (Time Zone) do sistema e dará opções de fuso-horários de países que falam inglês. Contudo, estamos no Brasil e, portanto, deveremos configurar isso indo em Other > South America > Brazil (apenas vá escolhendo essas opções e clique em ‘Continue’).

13

Na tela seguinte, ele percebe que não há uma combinação exata para a localidade, ou seja, língua inglesa no Brasil, então ele sugere que você mesmo escolha. Apenas escolha ‘United States’ e clique em ‘Continue’.

14

Agora dependendo do layout do seu teclado, você deverá escolher a opção correspondente. No meu caso, o teclado que estou utilizando possui layout Brazilian (brasileiro PT-BR ABNT2). Uma vez escolhido, clique em ‘Continue’.

15

Agora o instalador carregará uma série de arquivos para dar continuidade à instalação. Irá configurar alguns componentes de rede e depois pedirá que você entre com alguns parâmetros.

16

Caso deseje alterar o nome da máquina (hostname), pode fazê-lo nesta tela. No meu caso, deixei como debian. Se você deseja alterar futuramente, também é possível.

17

Na tela seguinte, ele pede para dar um nome ao domínio. No caso, não estamos querendo configurar um domínio, apenas nossa máquina para estudar Linux. Deixe o campo em branco e clique em ‘Continue’.

18

Agora você deve atribuir uma senha para o usuário root. Escolha uma senha relativamente forte (contenha pelo menos 12 caracteres misturando letras, números, caracteres especiais e cases). Uma vez digitado nos campos, clique em ‘Continue’.

19

Nas duas próximas telas, ele pedirá o nome e o nome de usuário, respectivamente. No meu caso, deixei apenas meu sobrenome. Este usuário será apenas para tarefas não administrativas, pois estas tarefas são dadas ao root.

20

Agora você deve atribuir uma senha ao usuário especificado no passo anterior.

21

O instalador irá configurar o fuso-horário (Time Zone) e o relógio do servidor. Ele buscará informações de fuso-horário baseado na sua conexão com a Internet e no fuso-horário que você configurou nos passos anteriores.

22

Agora escolha o fuso-horário que mais se adequa ao local onde você mora. No caso, o fuso-horário mais adequado para mim é o de São Paulo.

Você deve estar se perguntando por qual motivo é tão importante configurar o Time Zone do servidor, isso se torna importante no caso de auditorias de logs. Caso ocorra algum problema em seu servidor, seja algum serviço que caiu, alguma tentativa de invasão e etc., os logs serão muito valiosos e neles deverão conter o horário que aconteceu o incidente e este horário é baseado no fuso-horário que você configurou.

23

Particionando o Disco Rígido

Agora chegamos a uma parte bastante importante que é o particionamento do disco rígido. Particionar o disco apropriadamente evita que o sistema trave devido algum erro ou uso intenso do disco rígido. Escolha o modo de particionamento ‘manual’.

Particionaremos o disco conforme a seguinte tabela.

Tamanho da Partição

Tipo da Partição

Localização

Ponto de Montagem

300 MB

Primária

Início

/boot

3 GB

Primária

Início

/

2 GB

Primária

Início

/home

4 GB

Lógica

Início

/usr

3 GB

Lógica

Início

/var

1 GB

Lógica

Início

/tmp

3 GB

Lógica

Início

/var/log

1 GB

Lógica

Início

Usar como swap

24

Agora escolha o HD a ser particionado, no caso temos o ‘SCSI3 (0,0,0) (sda) – 21.5 GB ATA VBOX HARDDISK’ e clique em ‘Continue’.

25

Agora devemos informar que queremos criar uma nova tabela de particionamento de disco. Dessa forma, escolha a opção ‘Yes’ e clique em ‘Continue’.

26

A partir desse passo, será mostrado no tutorial apenas as telas para a primeira criação (/boot) e você deverá repetir os mesmos passos alterando apenas o tamanho, tipo e ponto de montagem conforme tabela mencionada anteriormente.

Agora clique e selecione o ‘FREE SPACE’ e clique em ‘Continue’.

27

Agora escolha o que fazer com o espaço livre, no nosso caso, queremos criar uma nova partição. Escolha ‘Create a new partition’ e clique em ‘Continue’.

28Na tela seguinte, devemos escolher o tamanho da partição. Entre com o valor de 300 MB.

29Escolha como partição Primária (Primary).

30Escolha para se localizar no Início (Beginning).

31

Agora devemos informar qual o ponto de montagem que queremos alocar essa partição. Assim, clique duas vezes em ‘Mount point’.

32Clique duas vezes em ‘/boot’.

33Para finalizar a configuração dessa partição, clique duas vezes em ‘Done setting up the partition’.

34

Você será redirecionado para a tela que iniciou o processo e para criar as demais partições, basta repetir o processo informando os dados da tabela mencionada anteriormente.

Quando chegamos para configurar o /var/log, deparamos com o fato de que não há esse ponto de montagem pré-definido para nós. Dessa forma, devemos informar manualmente. Na tela de escolher o ponto de montagem, clique duas vezes em ‘Enter manually’ e na tela seguinte informe ‘/var/log’ e clique em ‘Continue’.

35

Para o swap não temos ponto de montagem, então devemos escolher a opção ‘Use as:’ Clique duas vezes nela.

36Agora clique duas vezes em ‘swap area’.

37Uma vez configuradas as partições, clique duas vezes em ‘Finish partitioning and write changes to disk’. Aproveite para comparar suas configurações com as da figura abaixo.

38A próxima tela traz um resumo com as configurações e pergunta se é isso mesmo. Escolha a opção ‘Yes’ e clique em ‘Continue’.

39Em seguida, ele instalará o sistema básico. Apenas aguarde.

40

Depois de feita a instalação do sistema básico, o instalador pergunta se queremos procurar pacotes adicionais em outros CDs/DVDs. Como temos apenas a nossa ISO que baixamos, escolha a opção ‘No’ e clique em ‘Continue’. Dessa forma, o instalador adicionará a ISO como um dos repositórios para procurar pacotes.

41

Na tela seguinte, o instalador pergunta se queremos utilizar espelho de rede para instalar pacotes adicionais. Como estamos instalando o Linux apenas para estudos e pode ser que os pacotes que ele instalaria seriam muitos e não utilizaríamos todos eles, logo, escolha a opção ‘No’.

Pergunta: Poxa, mas aí ficaremos com os pacotes desatualizados?

Resposta: No momento sim. Contudo, conforme vamos aprendendo a utilizar o Linux, vamos obtendo conhecimentos para atualizar/instalar manualmente os pacotes necessários, sem ocupar espaço em disco desnecessariamente com pacotes que nem utilizaríamos em nosso dia-a-dia.

42Aguarde a configuração do gerenciador de pacotes.

Na tela seguinte, o instalador pergunta se desejamos participar da pesquisa sobre estatísticas de utilização dos pacotes. No nosso caso, não temos a intenção de participar. Escolha ‘No’ e clique em ‘Continue’.

43Agora devemos escolher configurações adicionais para nosso servidor. No caso, estamos utilizando o Linux para estudos, então devemos manter marcado apenas ‘Debian desktop environment’ e ‘Standard system utilities’. Desmarque ‘Print Server’ se estiver marcado. Clique em ‘Continue’.

44Aguarde o instalador.

45Após feita a instalação, devemos escolher se queremos utilizar a GRUB como bootloader. Escolha a opção ‘yes’ e clique em ‘Continue’.

46

Aguarde a configuração da GRUB. Na tela seguinte, apenas clique em ‘Continue’ para finalizar o processo de instalação do Debian.

47

Aguarde o reboot da máquina e a inicialização do sistema.

Parabéns! Você configurou toda a instalação do Debian em sua VM e o sistema está pronto para ser utilizado!

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Muito Obrigado por acompanhar o tutorial! Caso tenha alguma dúvida, por favor, deixe sua dúvida nos comentários que responderei o mais breve possível!

Até a próxima!

Aplicando JClouds para Computação de Alto Desempenho

Em Julho de 2011 fui palestrante na apresentação “Aplicando JClouds para Computação de Alto Desempenho” publicada na II Escola Regional de Alto Desempenho de São Paulo (ERAD-SP 2011). Você pode fazer o download no link abaixo.

ERADSP – Apresentação JClouds

Link original para o arquivo: http://www.lev.ieav.cta.br/erad2011/up/ERAD-SP2011-AIC28-Katekawa.pdf

Caso queira ler o paper publicado, você pode baixar no link abaixo.

Artigo – Aplicando jClouds para Computação em Alto Desempenho

XML – Espaços em Branco

Observe que

<address category=”residence”>

e

<address      category=”  residence”>

são a mesma coisa do ponto de vista de documento XML.

Um atributo especial xml:space pode ser adicionado ao elemento (attached) para indicar que o espaço em branco não deve ser removido para aquele elemento pela aplicação.

<!ATTLIST address xml:space (default|preserve) 'preserve'>

Onde:

  • O valor default indica que o processamento no modo default dos espaços em branco é aplicável para este elemento.
  • O valor preserve indica para a aplicação manter todos os espaços em branco.

XML – CDATA Sections

CDATA significa Character Data. São utilizados para definir blocos de texto que não devem ser parseados.

Utilizar uma seção CDATA, você está comandando ao parser que uma determinada seção do documento não contém markup e deve ser tratada como texto comum.

Sintaxe

<![CDATA[
  caracteres com markup
]]>

Dessa forma, o que estiver dentro da seção (<, > e &) serão ignorados pelo parser e tratados como texto comum.

Exemplo:

<script>
<![CDATA[
	  <message>Welcome to Google!</message>
]]>
</script>

Tudo que está entre <message> e </message> é tratado como character data e não como markup

XML – Character Entities

São substitutos em XML. Podem ser declarados num documento prolog ou num DTD. Tanto HTML e XML possuem caracteres reservados e não podem ser utilizados como conteúdo de um documento XML ou HTML. Por exemplo, < e > são utilizados para abrir e fechar as tags do XML. Para mostrar esses caracteres especiais, são utilizados character entities. Sintaxe geral para referenciar números decimais:

&# decimal number ;

Sintaxe geral para referenciar números hexadecimais:

&#x hexadecimal number ;

Nome da Entidade

Caractere Referência Decimal

Referência Hexadecimal 

quot

&#34

&#x22

amp

& &#38

&#x26

apos

&#39

&#x27

lt

< &#60

&#x3C

gt

> &#62

&#x3E

XML- Referências e Textos

Referências no XML

Permite incluir textos ou markups adicionais ao XML. Sempre começa com ‘&‘ e terminar com ‘;

Exemplos:

&amp; - amp é um nome que referencia uma string pré-definida

&amp;#65; - o '#' sempre é seguido de um número que por sua vez, no caso, referencia a letra 'A'

 

Texto no XML

Alguns caracteres são reservados. Vide tabela.

caractere não permitido

substituir por descrição

<

&lt;

menor que

>

&gt;

maior que

&

&amp;

& comercial

&apos;

aspas simples (apóstrofe)

&quot;

aspas duplas (quote)